sábado, 29 de outubro de 2011
COLUNA DO FARINA - ROLÂNDIA - TRIBUNA DO VALE - ROLÂNDIA - PR. 28/10/2011
Segundo jornal local de Rolândia um suinocultor de Arapongas polui há vários anos a nascente do Ribeirão Ema que abastece Rolândia com água potável e o IAP (Instituto Ambiental do Paraná) até hoje não conseguiu cessar esta prática de crime ambiental. Por sua vez a Secretaria Municipal do Meio ambiente nem fiscal ambiental possui. Podemos dizer que Rolândia é terra da mãe Joana. Se fosse num País civilizado este suinocultor estaria na cadeia. Pedimos providências ao IAP, ao Governador Beto Richa, ao prefeito, aos vereadores, à SANEPAR, à Secretaria Municipal do Meio Ambiente e a Promotoria de Justiça. A população de Rolândia não poderá continuar a beber água com resíduos de fezes de porco.
PRECISAMOS DE PATRIOTAS E HERÓIS
Quem além da presidente Dilma e do senador Suplicy podemos dizer que está salvando e honrando a fama do PT? - pergunto. Ora, nunca se viu na história deste País um governo tão desastrado como esse que mal começou e já vimos cair seis ministros. Pergunto também onde está o civismo e o patriotismo de nossas autoridades maiores? Com tantas quedas de ministros e com tanta notícias de superfaturamento e atos de corrupção podemos dizer que este governo teria que ser totalmente estruturado com a contratação de novos ministros e assessores. Mas onde encontrá-los? No PT? no PMDB? ou no PCdoB? Peço a Deus misericórdia com a Nação brasileira. Precisamos mais do que nunca de novos patriotas, do novos heróis.
JOSÉ CARLOS FARINA - ADVOGADO - ROLÂNDIA-PR.
RUA ARTHUR THOMAS, 2320 - FONE 43-3256-1908
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
ROLÂNDIA - GOVERNADOR BETO RICHA VEM NA SEXTA-FEIRA PARA A OKTOBERFEST
GOVERNADOR E PREFEITO ANUNCIAM MAIS 783 CASAS EM ROLÂNDIA NESTA SEXTA, DURANTE A OKTOBERFEST
Pela primeira vez, um Governador do Estado do Paraná vai prestigiar a Oktoberfest de Rolândia. Nesta sexta-feira (14), o Governador Beto Richa, a convite do Prefeito Johnny Lehmann, vai estar na festa mais tradicional da cidade.
Além de saborear os pratos típicos da cozinha alemã, o governador e o prefeito assinarão contratos para a construção de novas moradias em Rolândia. Nesta oportunidade, os rolandenses serão beneficiados com 783 novas unidades.
No lote 1, localizado atrás do Residencial Itália, serão construídas 190 novas unidades habitacionais e no lote 2, localizado no Jardim Monte Carlo, 220 apartamentos.
No lote 3, localizado no Distrito de Nossa Senhora Aparecida (Bartira), o contrato prevê a construção de 30 unidades habitacionais e no lote 4, localizado atrás do Parque Industrial Roland, outras 343 casas.
A exceção dos apartamentos que são direcionados às famílias com renda de 2 a 6 salários mínimos, o restante será para quem se enquadra na faixa de 0 a 3 salários mínimos de renda.
A parceria é da Prefeitura de Rolândia com o Governo do Paraná, por meio da Cohapar e a Caixa Econômica Federal.
SERVIÇO – A presença do governador e da comitiva estadual está prevista para a sexta-feira (14), às 20 horas, no espaço Viva Viva da Oktoberfest.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
TRENS HISTÓRICOS VENDIDOS A R$0,10 O QUILO - CRIME
Trem da RFFSA era vendido como sucata
09/10/2011 - Folha de S. Paulo
A CGU (Controladoria-Geral da União) vai investigar a venda de patrimônio da extinta RFFSA (Rede Ferroviária Federal) feita nos últimos anos no Brasil. Relatório da Polícia Federal mostra que um esquema montado em São Paulo desviou, como mera sucata, bens servíveis ou recuperáveis de alto valor.
Segundo a PF, a operação seria repetida agora pela Diretoria de Infraestrutura Ferroviária do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte). A controladoria disse que deverá abrir um Processo Administrativo Disciplinar para apurar o desvio de conduta de servidores que tenham participado da alienação irregular de bens da RFFSA.
Segundo a PF, que fez a denúncia à CGU, a transação envolve, além de agentes públicos, concessionárias de ferrovia, ferros-velhos e até siderúrgicas que teriam usado material ferroviário para a produção de vergalhões. Entre os bens estão trilhos, locomotivas, vagões e vários tipos de equipamentos pertencentes à RFFSA ou entregues à concessão no processo de desestatização.
A investigação da CGU pode abrir uma caixa-preta já identificada num inquérito volumoso -embora sigiloso- produzido pela Polícia Federal de Piracicaba (SP) e por agentes da Polícia Ferroviária Federal. Os prejuízos ao país podem ter sido de bilhões de reais, assim como os ganhos de grupos econômicos que podem ter sido beneficiados em soma similar com o destino ilegal desse tipo de material.
O nome das empresas envolvidas está protegido por determinação da Justiça. Até o momento, o Ministério Público Federal -que recebeu o inquérito policial- não ofereceu denúncia, embora já esteja de posse dos documentos há dois anos. (ISSO É ERRADO TEM QUE PRESTAR CONTA AO POVO QUE PAGA SEMPRE A CONTA)....
Desta vez, êxito
O delegado da PF de Piracicaba Carlos Fernando Lopes Abelha -responsável pela Operação Fora dos Trilhos, em 2008- entregou relatório com denúncia de novos leilões de bens com valores subavaliados, agora realizados pelo Dnit. A controladoria classificou o material como "farto" em documentação e com indicações fortes de que o modelo repetiria um esquema que permitiu "enriquecimento ilícito".
Esse alerta fez o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, pedir ao Ministério dos Transportes a imediata suspensão do leilão. O ministro Paulo Sérgio Passos acatou a recomendação e determinou nova avaliação dos bens.
A CGU aguarda o resultado para ter informações que subsidiem o Processo Administrativo Disciplinar. A reportagem da Folha esteve num ramal ferroviário na cidade de Avaí, a 450 quilômetros de São Paulo, local onde repousam, há dez anos, 75 vagões do tipo Hopper. É parte do espólio da RFFSA que iria a leilão.
Como sucata, ao preço de R$ 0,50 o quilo, o material poderia ser negociado a cerca de R$ 10 mil. Como ativo ferroviário, um vagão de mesmo tipo custa até R$ 250 mil. A PF diz que vagões chegaram a ser vendidos a R$ 80, inferior ao preço do papelão.
"Os bens levados a leilão pelo Dnit podem ter sido avaliados com os mesmos critérios dos processos licitatórios anteriores, classificando bens servíveis (...) como sucata, (...) promovendo o enriquecimento ilícito de alguns envolvidos em detrimento do erário", afirma o relatório.
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(Isso só acontece em Terrae Brasilis, essa turma toda deveria sofrer um novo AI-6 na pele para aprender a ser honesto com as coisas públicas)...
Já se fosse em Cuba ou na China, ou na antiga URSS iriam todos para o PAREDÃO. !!!
ESSE PAÍS NÃO É SÉRIO , e um absurdo só como podem tratar a coisa assim..... FAIXINA NESSA TURMA JÁ !!!
domingo, 9 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
COMEÇOU A RECONSTRUÇÃO DO HOTEL ROLÂNDIA
Pelo que li nos jornais começou ontem (dia 29/09) as obras de reconstrução do Hotel Rolândia. Tenho muito interesse em acompanhar de perto estes obras pois fui o único a se interessar em defender sua preservação para as futuras gerações. Se não fosse a Ação Popular ajuizada por mim as madeiras já tinham virado caixaria de construção e móveis. Texto e 1ª foto de JOSÉ CARLOS FARINAquarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
VÍDEOS VÍDEO DOS JAPS JOGOS ABERTOS REGIONAIS DE ROLÂNDIA
CLIQUE AQUI PARA VÊ-LOS
http://www.youtube.com/results?search_query=JAPS+ROL%C3%82NDIA+&aq=f
Youtube
canal
JOSECARLOSFARINA
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
BELINATI DE LONDRINA CONDENADO
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
CRÔNICAS GRATUÍTAS - PUBLIQUE AQUI
MINHA INFÂNCIA NA ROÇA EM ROLÂNDIA
terça-feira, 13 de setembro de 2011
TINTA DE IMPRESSORA - UM ROUBO
Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g. Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ? Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ? Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO? Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos. VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00.. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta". Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot Cit y Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00.Fazendo as contas: R$ 75,00 / 5.5ml = R$ 13,63 o ml.. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00 Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:- 300 gr de OURO;- 3 TVs de Plasma de 42';- 1 UNO Mille 2003;- 45 impressoras que utilizam este cartucho;- 4 notebooks;- 8 Micros Intel com 256 MB. Ou seja, um assalto !Oktobertfest de Rolândia PR quer atrair 100 mil visitantes de 7 a 16 de outubro
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Para a edição deste ano, a Associação Comunitária Oktoberfest de Rolândia, organizadora do evento, tem o desafio de dobrar o número de visitantes em relação ao ano passado que contou com a presença de 42 mil pessoas, consumo de 30 mil litros de chopp e 10 mil pratos da cozinha típica alemã. Os concursos culturais de chopp e guaraná em metro, e lenhador, devem movimentar o público em desafios diários que envolvem forte torcidas. Grupos folclóricos vão se revezar em apresentações nos vários palcos do evento, contagiando os visitantes com o clima da tradição alemã.
LONDRINA - JUIZA ONEIDE NEGRÃO É AFASTADA PELO TRIBUNAL
TJ afasta juíza de Londrina que cuidava do caso Gálatas
A juíza da 3 Vara Criminal de Londrina, Oneide Negrão de Freitas, foi afastada do cargo ontem por determinação da Corregedoria do Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná. A decisão deve ser publicada hoje no Diário da Justiça Estadual. Os motivos do afastamento não foram revelados pelo TJ e tampouco pela juíza. Um procedimento disciplinar foi instaurado contra Oneide Negrão, que está na carreira há quase 30 anos. Desde 2006, ela é a titular da 3 Vara Criminal.
Ao ser questionada sobre seu afastamento na tarde de ontem pela reportagem da FOLHA, a juíza disse que não sabia de tal decisão. Então, ela telefonou à Corregedoria e conversou com um desembargador do setor, que confirmou o afastamento. Após o telefonema, a juíza pouco quis revelar. O afastamento seria pelo período de 30 dias ou até que as investigações sejam concluídas. ”Não posso falar sobre isso até por recomendação do desembargador. Ficarei afastada por alguns dias.”
Oneide Negrão é a juíza responsável pelo processo do caso Gálatas e estava tocando o processo com celeridade incomum ao Judiciário. Amanhã haverá audiência deste processo que deverá ser conduzida pelo juiz substituto
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
MINHA INFÂNCIA NA ROÇA NO NORTE DO PARANÁ - by FARINA
TEMPOS FELIZES
Passei a minha infância (anos 60) no Município de Rolândia, norte do Paraná. Como eu tinha os meus avôs, tios e primos morando na zona rural (sítio ) passsava todas as férias com eles. Acordávamos bem cedinho... por volta das 6:00 horas. Os passarinhos nos acordavam sempre neste horário com a alvorada. Eram bem-te-vis, pássaros pretos, anús, tizil, sanhaços, sabiás, tico-tico e pombinhas... Corríamos para o curral para pegar leite quente com espuma e açucar direto no copo. Depois vínhamos para a cozinha comer pão com toucinho ou pão com torresmo. Logo cedo inventávamos um monte de brincadeiras. Uma delas era caçar passarinhos com estilingue. Pegávamos um embornal... o colocávamos atravessado no ombro e íamos para o rio pegar seixos (pequenas pedras arrendondadas). Após, entrávamos no pomar ou no cafezal na esperança de abater uma pomba juriti para o almoço. Mas Deus sempre protegeu estas aves. Nunca consegui matar uma sequer. Bom... então armávamos arapucas para pegá-las. Muitas vezes conseguimos pegá-las. Levávamos as pobrezinhas para o meu tio abater. Após tirar as víceras e as penas não sobrava quase nada de carne. No verão, na parte da tarde, íamos quase todo dia nadar no riacho. Era um ribeirão pequeno de águas cristalinas e puras. Podíamos até beber água diretamente do rio. Como o rio era muito pequeno, tínhamos que represá-lo. Colocávamos pedras, madeiras e barro. Tínhamos muita paciência e tempo. Caprichávamos tanto que muitas vezes conseguíamos até 0.80 centímetros de profundidade. Nossa!... para nós era melhor que piscina. Água limpa e geladinha. Foi assim que aprendi a nadar. Primeiramente estilo "cachorrinho" e depois "braçada". Tenho até hoje na minha mente a delícia daquelas águas "profundas" e geladas.... Muitas vezes levávamos peneira para pescarmos. íamos peneirando a água próximo ao barranco, trazendo para cima, barro, pedras e (quando dava sorte) lambaris e camarões de água doce. Mas, o que mais pegávamos eram carangueiros e girinos (filhotes de sapo). Saíamos sempre também a passear à cavalo. Meu avô tinha duas éguas, a Serena e a Gaucha. As duas eram negras e tinham manchas brancas na testa. Eram lindas. Eu sempre montava a Gaucha que era mais mansa e o meu primo a Serena que era arisca. As vezes íamos longe. Até o Caramurú. Não havia perigo... Não tinha bandido... Não tinha ladrão... Era um prazer incrível poder respirar aquela brisa com o cheiro da florada dos eucaliptos e flores silvestres. Era tudo tão bonito... aqueles cafezais... os trabalhadores capinando a roça...os cumprimentos... tarde!... dia!... (quase ninguém falava bom dia!.. Boa tarde!...) As vezes apóstavamos corrida. (eu perdia sempre e ainda gritava: - me espera preto (apelido do Toninho). Ao chegarmos em casa andavámos com as pernas abertas por causa das feridas que se formavam nas nádegas. Era uma cavalgada hoje e um período de descanso de pelo menos uns cinco dias para que as feridas cicatrizassem. Eu, meu primos e irmãos adorávamos também acompanhar meu tio e meu avô em viagens de charrete até a venda do Caramurú. Enquanto o meu tio tomava uma "branquinha" eu e meu primo comíamos sanduiche de mortadela e paçoquinha. Meu tio Manoel tinha quatro cachorros americanos de caça e sempre o acompanhávamos em suas caçadas. Era muito divertido. Quando os cães "levantavam" alguma paca ou cotia começavam a correr e uivar sem parar. Ai nós tínhamos que correr junto para ver o resultado. As vezes corríamos uma manhã inteira e era só frescura dos cachorros. (não tinha bicho nenhum). Eu gostava muito quando chegava visita à noite. Eu e meu primo ficávamos sentados ao lado do fogão caipira à lenha comendo pipoca e o meu tio, avô e visita ficavam contando causos de assombração. O duro era dormir depois. A gente sempre acreditava naquelas mentiras que eles contavam. Eles sempre falavam assim: - "Não sei se é verdade, mas lá em Barretos, meu avô contava que aparecia uma luzinha depois da meia noite e acompanhava os cavaleiros e suas comitivas". A gente sempre ajudava a avó na capina e limpeza do quintal e do pomar e em troca ela fazia pra nós cural de milho, bolos e outras guloseimas. Fazíamos casas do Tarzan em cima das árvores. Amarrávamos uma corda para subir e descer da árvore. Íamos a uma floresta que havia lá perto atrás de marfim para fazermos arco e flexa. Os arcos eram tão bons que conseguíamos arremessar flexas a mais de 50 metros de distância. Subíamos em eucaliptos finos, e, estando lá em cima, forçávamos o tronco a inclinar até alcançarmos o chão. À noite em nosso quarto ficávamos contando "estórias" e piadas que ouvíamos dos adultos. Na falta de piadas novas repetíamos as de sempre. E o pior, sempre ríamos do mesmo jeito (isso é que é solidariedade). Teve uma época que fazíamos carrinhos com rodas de pau e apostávamos corrida descendo em alta velocidade o carreador do sítio. Muitas vezes o "breque" falhava e acabávamos parando com o "chifre" no barranco. As corridas sempre acabavam em chôro. Um dia resolvermos construir um barco para navegar na represa do meu avô. Usamos um tacho (não deu certo)... usamos a mantimenteira da minha avó (também não deu certo)... Aí o meu tio Mané teve uma feliz ideia. Foi lá no mato e cortou uma árvore de imbaúva que é oca por dentro... juntou dois troncos em forma de "V" e pregou taboinhas... Aí deu certo... Passamos uma tarde deliciosa remando e pescando lambaris na represa. Tenho muitas outras estórias para contar, mas vai ficar para outro oportunidade. Até lá pessoal!...JOSÉ CARLOS FARINA - ADVOGADO - ROLÂNDIA - PR.
sábado, 10 de setembro de 2011
LONDRINA - FARACO DESAFIA PROMOTORA SOLANGE VICENTIN
AMBIE
Li agora no jornal do Rodrigo Stutz que a prefeitura pretende uma autorização especial para mudar o plano diretor para que uma construtora possa invadir a área de preservação permanente de Fundo de Vale atualmente com 70 metros de proteção. A alegação é de que a construtura pretende construir dois blocos de edifícios com vários apartamentos. Concordo com os Senhores Gilberto São João e Milton Luiz dos Santos. Porteira que passa um boi passa também uma boiada. Se abrirmos precedentes para esta construtora outras pessoas e empresas exigirão igual tratamento. A lei tem que ser cumprida e respeitada por TODOS. Que se construa então menos apartamentos. É a única saída. Ou que se procure então uma área maior em outro local, longe de fundos de vales protegidos por LEI. JOSÉ CARLOS FARINA
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